segunda-feira, 14 de junho de 2010

Aprendizagem Acelerada e o Prazer

Aprendizagem Acelerada e o Prazer
Preparado pela Equipe Técnica do CLC IDIOMAS - 10/01/2010

Lembramos que usamos o termo “aprendizagem acelerada” porque é o mais divulgado, mas o nosso trabalho melhor se caracteriza como “aprendizagem acelerativa”, pois, como temos explicado em várias oportunidades, o adjetivo “acelerativa” indica “a ação de tornar acelerado”, portanto, a “aprendizagem acelerada” surge como resultado dos procedimentos, atividades e exercícios da aprendizagem acelerativa.

Esses procedimentos, atividades e exercícios são todos voltados para atividades que dão prazer, tirando-se do processo ensino / aprendizagem toda aquela conotação de “dever”, “obrigações”, “castigo”, ”exposição a situações embaraçosas” e tudo o mais que o ensino tradicional tanto preza. Para que a pessoa goste de aprender é preciso que aprender lhe dê prazer. Este último uso do verbo “aprender” está relacionado a tudo que envolve o processo ensino / aprendizagem.

A “Aprendizagem Acelerativa” inicialmente cria o ambiente (físico, cultural e psicológico) que gera prazer; é o ambiente lúdico. Neste ponto, é preciso ressaltar a diferença entre “jogo” e “lúdico”, pois , no jogo, existe a idéia de competição, da possibilidade de perder e, no lúdico, só existe o prazeroso.
Na “Aprendizagem Acelerativa” elimina-se toda e qualquer conotação com a “aula” tradicional, a começar que se usa o termo “sessão” para o período que o aluno passa em sala para aprender, e o professor tira sua máscara de “mestre severo” para assumir o papel de quem cria as condições para que os alunos aprendam. Muita gente usa a palavra “facilitador” para esse novo tipo de professor, que entende perfeitamente que seu papel não é de facilitar nada, mas, sim, de levar, conduzir o processo do ensino de modo que os alunos aprendam realmente. Repetimos e insistimos, o papel do professor, em aprendizagem acelerativa, não é de “dar aulas” e, sim, de criar as condições para que o aluno aprenda e goste de aprender.

Na “Aprendizagem Acelerativa”, o aprendente (desculpem-nos esta palavra, mas a palavra “aluno” está muito ligada à escola tradicional) é o centro do processo ensino / aprendizagem e não o conteúdo do programa, como geralmente ocorre no ensino tradicional. Sabemos que é difícil mudar a concepção de concentrar tudo naquilo que o aluno tem que aprender, para aceitar que, na verdade, não é o professor que pratica o ato de colocar alguma coisa na cabeça do aprendente, pois é este que aprende, quando as condições lhe são favoráveis a isso. Desta forma, muda-se a ideia do que é ser um bom professor.

Aprender pode ser uma coisa muito prazerosa, sem a menor dúvida, pois é uma função para sobreviver, para a preservação da espécie, como é o ato de comer, de amar, por exemplo, e, principalmente em nossa época, que é preciso não só aprender a aprender como também aprender a gostar de aprender, pois muitos conhecimentos tornam-se obsoletos rapidamente, havendo necessidade de aprender novos conceitos, novas maneiras de fazer as coisas, novos hábitos e costumes etc.

Como seres humanos, temos a tendência de procurar o prazer e evitar a dor. Ir à escola já foi sinônimo de castigo, pois muitos professores transformavam suas aulas e seu relacionamento com os alunos numa verdadeira tortura. A palmatória (um instrumento de tortura) era usada para quem cometesse algum erro, principalmente de tabuada. A ideia que se tinha era de que “a letra, com sangue, entra” que se transformou num provérbio e nós modificamos para “com aprendizagem acelerativa entra melhor”.

As coisas mudam. Em educação mudam muito lentamente, por isso o conceito de “Aprendizagem Acelerativa” ainda não é muito divulgado, pois os professores tendem a imitar, até inconscientemente, seus professores numa viagem para o passado que remonta a séculos, mas, felizmente, muitas instituições de ensino estão seguindo o nosso pioneirismo nesta nova abordagem.


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Aprendizagem Acelerada: Origem do Conceito

Aprendizagem Acelerada: Origem do Conceito
Preparado pela Equipe Técnica do CLC IDIOMAS  - 10/12/2009
 
Na década de 70, surgiu o livro “Experiências Psíquicas Além da Cortina de Ferro”, das jornalistas canadenses Sheila Ostrander e Lynn Schroeder, que, no capítulo segundo, mencionam a Sugestologia, que dá origem à Sugestopedia, como sistema de ensino, praticado pelo psiquiatra búlgaro Georgi Lozanov e equipe.  Algum tempo depois, as mesmas jornalistas publicaram o livro “Superlearning”, que foi traduzido para o português como “Superaprendizagem pela Sugestologia”, publicado pela Editora Record, sem data. Com a divulgação desses livros pelo mundo, principalmente do segundo, muitos educadores, principalmente no Canadá e nos Estados Unidos, procuraram saber do que realmente se tratava e, então, procuraram se aprofundar no que era realizado no “Instituto de Sugestologia”, de Sófia, Bulgária. Surgiu então a expressão “aprendizagem acelerada”, pois constava que, no citado instituto, ensinava-se uma língua estrangeira em muito pouco tempo, em número reduzido de horas.

No Brasil, o Prof. Luiz Machado, que, na época era chefe dos Laboratórios de Idiomas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e vinha pesquisando, juntamente com sua equipe, novos métodos de ensino de idiomas, inteirou-se do que vinha sendo feito na Bulgária e tornou-se membro da SALT
(Society for Accelerated Learning and Teaching), dos Estados Unidos, embora tenha sempre externado que não concordava com o uso deliberado da sugestão em educação, pois esta é definida como o ato pelo qual se põe um pensamento, uma crença, uma idéia na cabeça de uma pessoa sem que ela tenha consciência disso, o que, evidentemente para muitos, representa controle das mentes e até lavagem cerebral. Com o propósito de opor-se à Sugestologia, o professor brasileiro apresentou, em congresso científico, em Estocolmo, Suécia, em maio de 1984, o termo “Emotologia”, para indicar a mobilização de potencialidades humanas, o mesmo resultado que o Dr. Georgi Lozanov queria conseguir pelo uso da sugestão, só que o Prof. Luiz Machado ia por outro caminho. Para indicar a aplicação da Emotologia ao processo ensino / aprendizagem, propôs o termo “Emotopedia”. Nesse mesmo encontro, na Suécia, o Prof. Luiz Machado apresentou sua tese de que a inteligência depende mais dos sistemas das emoções, com destaque para o sistema límbico, que do intelecto, como era normalmente aceito pelo mundo científico.
O ensino de línguas estrangeiras com base na Emotopedia iniciou-se, nos cursos de idiomas do “Centro de Produção”, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no ano de 1977. O professor brasileiro também sugeriu que, em lugar de “aprendizagem acelerada” se usasse “acelerativa”, pois esta palavra, que é formada com o sufixo “-ivo” (na forma feminina), que indica ação, expressa melhor o resultado que se pretende com este sistema de ensino, reservando-se “acelerada” para o resultado que se consegue com a aprendizagem acelerativa.

A Aprendizagem Acelerativa é um conjunto de ações centradas em quem aprende contrariamente à pedagogia tradicional que se volta quase que exclusivamente para os conteúdos.


Quer se use a expressão “aprendizagem acelerada”, quer se use “aprendizagem acelerativa”, não se trata de simples expressões e, sim, de conceitos que abrangem muitas técnicas e combinações de técnicas para, em mobilizando potencialidades dos alunos, fazer com que eles aprendam melhor e mais rápido.  

 

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A Automatização do uso da Língua Estrangeira

A Automatização do uso da Língua Estrangeira
10/11/2009

Quanto a pessoa fala sem ter que se preocupar com os elementos da língua que usa, ela está automatizando o uso da língua (fala sem pensar que palavra vai usar, como é o plural, (concordância etc.).

SUPERAPRENDER PARA FALAR
Em se tratando de aprender um idioma para falar, aprender é superaprender, isto é, quando somos capazes de falar sem ter que nos preocupar com o veículo da comunicação, a língua, e, sim, com o que vamos dizer. É isso que se chama automatizar.


APRENDER A LÍNGUA É APRENDER A FALAR NA LÍNGUA

Aprender a língua básica, um vocabulário e regras básicas é relativamente fácil. Não estamos falando em aprender a língua em profundidade, o que é muito difícil. Mas nada disso significa aprender a falar. É claro que é fácil aprender, por exemplo, a regra básica da formação do plural em inglês: acrescentar “s” ao singular. Aprender que adjetivo precede o substantivo que qualifica é fácil, e assim por diante. Difícil será usar esses conhecimentos na hora de falar, se não houver automatismo, que se consegue pela repetição.
 
A REPETIÇÃO É A CHAVE!

Não se trata de repetir para aprender. Não! Até que aprender é fácil; difícil é usar o que se aprendeu, principalmente no momento tenso da conversação. É aí que as estruturas aprendidas pelos músculos precisam estar na ponta da língua, que também é um músculo. Mas a repetição com os exercícios estruturais é até divertida, diferente daquela repetição monótona, sem graça e entediante, como decorar os afluentes da margem direita do Rio Amazonas.
A repetição precisa ser feita em voz alta para que o aluno se beneficie também da memória auditiva. Pode ser feita individualmente ou em grupo.
 
A PARENDIZAGEM POR UNIDADES FÔNICAS

Normalmente, não falamos com palavras isoladas, o que só ocorre quando queremos dar ênfase ou quando nosso interlocutor é muito lento de compreensão ou está aprendendo a língua em que estamos falando. Na linguagem corrente, nós falamos com grupos de palavras que formam unidades.
As palavras isoladas são apresentadas, foneticamente, por sua forma forte, o que não ocorre quando fazem parte de estruturas, quando são usadas as formas fracas.

Com palavras isoladas, falaríamos, por exemplo:


/Que/você/está/fazendo/aí?


Com unidades fônicas, dizemos, numa conversação normal:


/Quecêtáf’zendaí?/
Com os exercícios estruturais, aprendemos a falar como se fala normalmente; a saber, pelas unidades fônicas, que são conjuntos de palavras pronunciadas como unidades com a forma fraca.

Luiz Machado, Ph.D.
• Professor de Português, Inglês, Alemão e Latim.
• Criador da Emotologia





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Estrutura e Modelo Interno do uso da Língua Materna

Estrutura e Modelo Interno do uso da Língua Materna
10/10/2010
A língua materna faz parte do nosso eu mais profundo e até poderíamos dizer qeu nós somos a nossa língua. Nós vamos aprendendo a falar com palavras, expressões e estruturas em situações emotizadas, isto pe, revestidas de emoções. já o fato de aprender as primeiras palavras, além da conquista interior, há também os aplausos, a alegria, a satisfação de quem os ouve, principalmente a mãe, os tios, os avós todos fazem um rebuliço festeiro.

A expressão "nossa língua" vai além do fato de falarmos a língua que é comum a determinada nação. Nossa língua porque é nossa mesmo! É o idioleto, isto é, um sistema lingüístico daquela pessoa, o qual reflete suas características pessoais, os estímulos a que foi submetida, suas convicções, suas crenças, sua biográfia etc. Tudo isso formou, pela emotização e repetição, ao longo da existência, os modelos internos.

Os modelos internos são gravados na memória das células, tendo como veículos a emotização e a repetição, e isso significa superaprendizagem, isto é, os modelos (as estruturas) se tornam operacionais, o que significa que as pessoas não têm que se preocupar com a própria língua e, sim, com o conteúdo da conversação

Tudo aquilo que é exposto com emotização é rapidamente aprendido e guardado a longo prazo.
Luiz Machado, Ph.D.
• Professor de Português, Inglês, Alemão e Latim.
• Criador da Emotologia



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Com quantas palavras se fala na Língua Estrangeira?



Com quantas palavras se fala na Língua Estrangeira?
10/09/2010
 
Há duas abordagens a considerar:

1)– falar a língua e
2)– falar na língua.

O primeiro caso é muito difícil, pois envolve muitos aspectos: morfológicos, sintáticos, semânticos, psicológicos, sociais, culturais, regionais etc.

No segundo caso, falar na língua, é bem mais fácil, pois a pessoa precisa, acima de tudo, aprender a expressar seus pensamentos com o número de palavras, expressões e estruturas que conhece, contando com os outros fatores envolvidos na conversação: gestos, entonação, expressão corporal, especialmente a facial.

Assim, a resposta à pergunta que serve de título a esta parte é; com tantas palavras quantas a pessoa seja capaz de se expressar. A pessoa pode falar na língua usando apenas as palavras que domina dessa língua.
Luiz Machado, Ph.D.
• Professor de Português, Inglês, Alemão e Latim.
• Criador da Emotologia




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domingo, 13 de junho de 2010

Os músculos é que falam a Língua Estrangeira

Os músculos é que falam a Língua Estrangeira
Prof. Luiz Machado, Ph.D. - 10/08/2009
No aprendizado da língua como veículo do pensamento, os músculos precisam aprender produzir os sons dessa língua. De que adianta ter extenso vocabulário e dominar regras de gramática se os músculos não obedecem quando a pessoa quiser dizer alguma coisa.

Aprender a falar exige um treinamento específico para isso. Há muita gente que sabe a língua para ler, entender ou para traduzir, mas não é capaz de falar na língua estrangeira. Há muitos tradutores profissionais nesta situação.

TRÊS MODOS DE SABER A LÍNGUA ESTRANGEIRA
Pelo que já vimos, há três modos de saber a língua estrangeira:
1)– para ler, entender.
2)– para traduzir, acrescentando ao item 1 profundos conhecimentos da língua para a qual traduz e
3)– para falar.

No primeiro caso, a pessoa necessita de extenso vocabulário e pouca gramática para poder entender. Aqui não há preocupação com a pronúncia das palavras, quer isoladas (na forma fonética forte), quer em grupos, unidades fônicas, com a forma fraca das palavras, quando parece que as pessoas “comem” letras e sílabas. No segundo caso, a pessoa não se preocupa em ler e entender, mas também em ser capaz de dizer o que leu e entendeu na língua para a qual traduz. No terceiro caso, a pessoa precisa de um vocabulário e regras básicas de gramática essenciais. Para falar não se necessita de um extenso vocabulário nem profundidade na gramática. Basta que tenhamos as estruturas básicas superaprendidas, pois elas têm em si a gramática embutida.

Quando se aprende a falar, há uma parte eminentemente mecânica que se realiza com os exercícios estruturais.
Luiz Machado, Ph.D.
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Não se aprende a falar uma Língua Estrangeira conversando

Não se aprende a falar uma Língua Estrangeira conversando
10/07/2009

Como professor de idiomas, sentimos enorme prazer quando nossos alunos aprendem a falar na língua estrangeira que ensinamos. Podemos falar uma língua, quer dizer, conhecer e usar as estruturas da língua superaprendidas, e falar numa língua, isto é, já não nos preocupamos com a língua em si, mas sim com o que vamos dizer: o assunto. Os alunos também ficam felizes, contentes, satisfeitos com eles mesmos por terem conseguido mais uma vitória. Por outro lado, sentem-se frustrados e até desistem quando estudam durante vários semestres e não conseguem manter uma conversação por mais simples que seja. Então, o professor precisa preocupar-se, em primeiro lugar, que seus alunos falem. E como conseguem isso? É o que veremos neste artigo.

De pronto, os professores precisam convencer-se de que ensinam a falar a língua estrangeira e os alunos precisam conscientizar-se de que aprendem a falar. Nossa obrigação é ensinar aos alunos a língua para a conversação, uma vez que a conversa propriamente dita é sobre um determinado tópico e a língua é um veículo para tornar possível a conversação.

O que vão falar na língua estrangeira é problema dos interlocutores.

A escola tradicional sempre preocupou-se muito em “ensinar”, mas muito pouco com o aprendizado, o que levava o professor a achar que sua missão era “dar aulas” e, não, criar as condições para o aluno aprender. Nós fomos vítimas dessa formação e estamos procurando meios de inverter o processo; queremos criar as condições para que o aluno
aprenda e, neste sentido, conduzir o processo da aprendizagem.

No ensino de idiomas temos uma ferramenta poderosa para levar o aluno a aprender: os exercícios estruturais, que constituem a língua para a conversação.

A estrutura é uma representação da frase na qual se estabelecem as relações semânticas básicas entre os itens lexicais que podem ser m
odificados para expressar a idéia do falante. Vamos dar exemplo simples em português.

Seja a estrutura: eu vou à escola todos os dias. Podemos ter várias transformações:
– com os pronomes pessoais (tu vais à escola, ela vai à escola etc.)
– com a circunstância de lugar (ao cinema, ao teatro etc...)
– com a circunstância de tempo (às segundas e quartas, às sextas etc)

Existem várias combinações possíveis mas é preciso que cada uma seja repetida, mo mínimo, doze vezes, pois, em última análise, são os músculos é que falam, e músculo aprende com a repetição.

A aprendizagem Acelerativa surge pela combinação da Emotologia aplicada ao processo de ensino/aprendizagem, que se chama emotopedia e os exercícios para a conversação (exercícios estruturais) pela seguinte razão: com as técnicas de aprendizagem acelerativa o aluno aprende melhor e mais rápido e com os exercícios para a conversação treina para falar.

Uma pessoa pode aprender uma língua e não falar essa língua porque não treinou seus músculos para falar. Há quem saiba uma língua profundamente, mas só é capaz de ler e entender e escrever nessa língua, mas não fala essa língua.
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